A única face que jamais conheceremos é a nossa própria. Podemos nos conhecer de reflexos em espelhos e fotos. Nunca nos vimos cara a cara. “É no reflexo dos olhos da mãe que nos vemos pela primeira vez”. É no reflexo de todas as nossas relações que construímos o nosso próprio senso, “quem” somos. Mas constantemente esquecemos essa condição de dependência. Os espelhos nos enganam, pois frios e vazios, só mostram a nossa vaidade envelhecendo no tempo. Na verdade só conversamos com eles quando não queremos respostas. Nossas relações também enganam, ou se enganam devolvem um reflexo que passa pelos seus critérios, seus valores, suas limitações e depois de um tempo, acabamos dependentes delas. Influenciados criamos uma identidade própria que enganamos a todos e até a nós próprios, mas não nossa mãe. Ela tem um filtro no coração que apaga o tempo, e recupera a inocência. Ela nos mostra a criança, que realmente é o que sempre fomos se despido de outros reflexos. Seria ...
Si l'on ne s'investit pas pleinement, les relations deviennent superficielles et éphémères. D'ordinaire, on se débarrasse de ce qui nous reste, de ce qui est superflu, de ce qui ne nous sert plus. Le problème, c'est que nous agissons souvent de la même manière avec nos relations. Nous ne nous investissons pas pleinement auprès de notre partenaire, de nos enfants ou de nos amis. Notre présence est diffuse. Nous jouons avec nos enfants, le nez collé à notre téléphone, distraits, absorbés par nos pensées : une présence factice. Nous rendons visite à nos proches quand nous avons du temps libre, quand rien d'autre n'est prévu ; nous ne pensons à nos amis que lorsque nous avons besoin d'eux. Nos rencontres en personne sont devenues illusoires, de simples réunions téléphoniques où l'on ne se parle même pas. Une présence absente. Nous continuons à donner l'aumône, le superflu, sans faire de nos relations une priorité. Nous ne donnons pas le meilleur de nous...