Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo intuição

Quem envelhece é o Instinto

  O Instinto é rebelde não obedece a ninguém, não acredita? Pede para ele parar a respiração, parar de bater o coração, de não ter mais sono, etc. ele vai te atender? Não, o Instinto é independente de nós e de nossas outras faculdades, o Intelecto e a Intuição, por consequência livre de nossa vontade, fora de nosso domínio, ele segue o ciclo da natureza biológica, nascer, crescer, desenvolver, extinguir. Ele mantém a vida, comanda todas as funções, sem nenhuma ordenação nossa, mesmo querendo não conseguimos impedi-lo e isso é de proposito , pois se ficasse por nossa conta nos esqueceríamos muitas vezes de mandar nosso corpo respirar, tão atarefado que ficamos com as imposições da nossa Razão. O Instinto segue seu ciclo independente e começa a envelhecer, entra na fase de regressão, não mais produzindo a reposição das células, e nesse ponto começamos a envelhecer com ele, sob sua batuta. Nossa razão, tão importante, imponente, as vezes soberba, vai se extinguindo, por falt...

Dilema

Homem ou Maquina. Vamos ficar cada vez  mais dependentes, vamos sucumbir? Nossa aposta é na intuição que deve se transformar no nosso diferencial e evitar total submissão. A  saída talvez  esteja no fato de que com a evolução a quantidade de variáveis complexas aumenta e mais fatores imponderáveis, como as emoções, vão sendo agregadas,e a incerteza passa então a incomodar e dificultar as decisões. Nesse nível de atuação só o senso intuitivo, que não opera na sequencia lógico, pode compor a interação, complexidade - emoção e levar a uma solução viável. Isso porque só a intuição consegue reunir o conjunto dessas alternativas e processa-las instantaneamente, e direciona-la para atender o desejo humano, ela não depende do tempo. Quem não passou por uma situação de medo, ameaçado tomou uma decisão para agir e depois não consegue entender como aqueles pensamentos todos couberam naquela fração de segundo. É que a intuição faz uma interação numa velocidade espantosa ...

O Medo

Há dois tipos de medo. Os externos que nós os enfrentamos com o instinto, essa dávida que, ignorando nossos preconceitos e nossa razão, age incondicionalmente nos fornecendo a adrenalina suficiente para enfrentar ou correr. Os internos, cujos limites deveriam apenas nos condicionar ao convívio coletivo, e que acabaram ampliados pela sociedade em busca de poder e do domínio de uns sobre os outros. As pessoas foram sendo subjugadas por preconceitos e regras que as enclausuraram mentalmente e como conseqüência sua capacidade evolutiva estagnou. Acuadas substituíram a precaução pela preocupação e a expectativa pela ansiedade. Elas deixaram que o medo as paralisasse e se entregaram ao “conforto” da mesmice, da rotina. O medo, que desde a criação, nos fora oferecido para proteger, garantir nossa subsistência agora nos sufoca e nos inibe. Medo de mudar, medo do desconhecido, medo de arriscar, medo de se soltar, medo de ser verdadeiro. A curiosidade foi sufocada pelo racioc...